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  • Karoline Souza Franco

Empreender é difícil?

Não se você souber o passo a passo antes de começar!


Geralmente é difícil encontrar livros que falam sobre empreendedorismo de forma simples e concreta. Nosso primeiro livro: “Provocações Empreendedoras” foi criado para desmistificar essa ideia.

De uma maneira simples e leve, o livro traz diversas situações do cotidiano vividas por empreendedores durante a criação, desenvolvimento e funcionamento de empreendimentos.

Provocações Empreendedoras tem o objetivo de mostrar ao leitor os erros mais comuns cometidos no ramo empreendedor e as possíveis soluções para estes problemas. Em cada capítulo é uma aventura diferente. Uma situação inesperada. Um problema a ser resolvido.

Com este livro, numa linguagem muito acessível e objetiva, nosso objetivo é que o leitor tome consciências dos possíveis desafios empreendedores, e mais do que isso, saiba como solucioná-los.

Leia abaixo a apresentação sobre “Provocações Empreendedoras”, um livro organizado por André Luís Silva e escrito por membros do Projeto de Extensão da Universidade Federal de Ouro Preto – LABOR.

Clique no link e baixe (É grátis!!): https://play.google.com/store/books/details?id=b-uyDwAAQBAJ


Para saber mais, leia abaixo a apresentação de “Provocações Empreendedoras”:


Apresentação:


“Saber fazer as coisas é assunto de muitos livros, mas não deste.

Em Provocações Empreendedoras pretendeu-se dar foco às ações que, por vezes, podem ser evitadas ou mesmo feitas de forma diferente.

Aprender com erros e tropeços foi o tema de cada um dos 20 capítulos. Ou seja, são histórias e narrativas no contexto de empreendedorismo onde a decisão tomada poderia ser outra.

Abordou-se, no primeiro capítulo, a cadencia em se planejar e executar uma empresa. Esta ação demanda tempo. Porém, o tempo necessário para abordar todas as variáveis envolvidas é menos do que aquele se dispõe.

O capítulo dois tratou do quanto o apego a uma ideia fixa não ajuda em empreendimentos novos. Aliais, até atrapalha. Por vezes, é necessário fazer mudanças para atender novas práticas.

No capítulo seguinte, abordou-se o enquadramento tributário das empresas e o quanto isso representa mais (ou menos) impostos a serem pagos.

A divisão de responsabilidades entre sócios em empresas foi tratada nos capítulos quanto e cinco, bem como quando esta divisão impacta nos negócios.

A gestão em novas empresas feitas por grupos familiares (juntamente com seus desentendimentos) foi o tema do capítulo seis.

O capítulo sete abordou o quesito “local” e suas regras de locação do espaço, bem como o quanto isso interfere em um restaurante.

“Pesquisas de Mercado” e o desenrolas delas em empresas foi tratado em dois capítulos (oito e nove). Nele, o custo de (não) realizar uma pesquisa foi descrito e detalhado.

A prospecção de novos clientes em uma agencia de publicidade foi abordada no capítulo dez. Detalhou-se o quanto esta busca interfere em novos negócios.

Já no capítulo onze o tema foi a sazonalidade no consumo de uma cafeteria universitária.

Gerir pessoas dentro da empresa é uma atividade que não há como evitar. Além disso, quando esta não é feita de forma a atender os envolvidos, no geral tende a gerar resultados difíceis de serem geridos. Este item foi trabalhado nos capítulos doze e treze.

No capítulo quatorze foi discutido sobre concorrentes. A cautela em se estabelecer a relação correta com estas figuras é muito necessária. Isto é colocado, pois concorrência existe sim no contexto do empreendedorismo.

A forma como um produto é colocado nas propagandas diz do sucesso (ou fracasso) deste. A mudança na forma de comunicar deve ser resultado de um conhecimento real do público a que se destina o referido produto. O capítulo quinze tratou deste tema.

Aumentar e diminuir preços em produtos/serviços é uma questão muito relevante em negócios. A decisão mal feita gera resultados nem sempre tão comemorados. Este tema esteve presente no capítulo dezesseis.

No capítulo dezessete questionou-se sobre os fornecedores. A história escrita tratou da decisão de ter um ou vários fornecedores e o impacto que ela tem na empresa.

A gestão de capacidade de atendido foi tratada no capítulo dezoito. Debateu-se o quanto deve-se preocupar (ou não) com este poder de atendimento das demandas dos clientes.

Por fim, no capítulo dezenove, avaliou-se o quanto a gestão financeira determina a sobrevivência (ou não) de uma empresa.

Por fim, no último capítulo, tratou-se de custo de depreciação de instrumentos de trabalho e o quanto isso ajuda (ou atrapalha) nas decisões da empresa.

No mais...Boa leitura!!”

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